Sindicato dos Professores de Ensino Superior
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PUC 2
Não se luta pela metade

MATÉRIA 12

Histórico de combatividade credencia Sindicato a representar legitimamente os professores

Desde sua fundação em 1991,  o Sinpes vem agregando suadas vitórias às lutas dos professores do Ensino Superior de Curitiba e Região Metropolitana em geral e da Pontifícia Universidade Católica em particular, sempre exigindo condições dignas e qualificadas para o bom exercício do magistério superior.  O Didata vem registrando essa trajetória desde sua primeira edição.

Confira algumas das mais importantes ações realizadas e conquistas alcançadas:

. contra reduções e cortes ilegais de carga horária;

. denúncia de ingerência na livre escolha dos professores homenageados pelos estudantes;

. nova regulamentação da carreira docente, com gratificação de doutorado e mestrado e compensação de jornada de trabalho, de modo transparente e justo;

. combate implacável às demissões imotivadas;

. denúncia de situações de assédio moral, humilhações, constrangimentos, represálias e posturas anti-sindicais;

. luta pela democracia universitária na escolha dos dirigentes;

. estabelecimento de diálogo com as instituições de ensino superior;

. atuação judicial para salvaguardar diversos direitos tais como o pagamento de salários de forma pontual, o recolhimento correto do FGTS, a circulação democrática do Didata naquelas instituições de ensino superior que barravam sua entrada, o exercício do direito à livre manifestação e de reunião, o fim de controles de ponto e de jornada que atentam contra a dignidade do professor, gratificações por titulação, auxílio combustível, horas de complemento pedagógico e pagamento de horas extras como reza a CLT;

. reivindicação de adicional por insalubridade nos cursos que possuem laboratórios com riscos;

. manutenção da hora-aula de 50 minutos;

. melhoria das condições de infraestrutura e gestão – estacionamentos, vias de acesso, auxílio combustível e outros benefícios;

. resistência ao excesso de burocracia e de vigilância por bedéis, câmeras de segurança, pontos digitais, etc;

. resguardo da jornada, intervalos legais, férias, reputação profissional, autonomia didática e liberdade de cátedra;

. acesso ao quadro docente via processos seletivos nos processos de contratação de novos professores;

. preservação das salas de aula e de professores como ambientes de liberdade de consciência, opinião e expressão, contra as tentativas de patrulha, intolerância, censura e opressão;

. exigência de devida compensação financeira por tutorias, ensino à distância e tarefas administrativas;

. resistência contra a sangria de talentos, redução e a extinção de turmas, cursos, turnos e períodos;

. denúncia da omissão e da publicidade enganosa e dos efeitos especiais de paisagismo nos campi;

. constante resistência pela qualidade do ensino, contra tentativas de precarização do trabalho docente;

. apoio às causas estudantis legítimas, como o Dia de Mobilização pela Democracia na Universidade;

. campanhas denunciando o pagamento atrasado de salários por algumas instituições de Ensino Superior, tais como o “Dia do Depósito”, incentivando os professores que recebem seus salários por cheques pré-datados a depositá-los antes do prazo ordenado.