O início deste ano letivo foi traumático nas Faculdades Opet, registrando uma grande leva de demissões sem justa causa. Os cursos mais atingidos foram Direito, Comunicação e diversas áreas de Tecnólogos.
Uma professora grávida foi demitida, readmitida e novamente demitida, numa sequência de equívocos que demonstram não somente a inobservância à lei trabalhista e à Constituição Federal, como também a ausência de preceitos humanistas. No curso de Direito, um renomado professor foi dispensado em represália por ter apontado erros em procedimentos de gestão.
Irregularidades no cálculo das horas-aula
O Sinpes também está apurando denúncias de irregularidades trabalhistas praticadas pelas Faculdades Opet. Segundo os relatos recebidos, a instituição não está pagando aos professores o devido adicional noturno, afrontando o artigo 73 § 2° da CLT.
O cálculo das horas-aula está sendo efetuado de forma incorreta, em prejuízo dos professores, ao arrepio do estabelecido na Convenção Coletiva de Trabalho. Além disso, a Opet ignora o próprio plano de cargos e salários da instituição ao não remunerar as titulações conforme estabelece o documento.
A fim de que possa tomar as providências legais cabíveis, o Sindicato conclama os professores da OPET para que formulem denúncias completas das irregularidades existentes.
O OUTRO LADO
Até o fechamento desta edição, o Didata não recebeu retorno ao pedido de esclarecimentos enviado à instituição. |
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