Em atendimento à solicitação da professora Glaucia Viviane Cansian Pinto Ferreira Lopes, mencionada na matéria intitulada “Grupo COC mostra as garras no ensino médio” veiculada no Didata n° 24 em 2009, esta edição concede à interessada o seguinte direito de resposta:
Carta de desagravo
Em relação às informações que o Didata colocou sobre a minha demissão do Grupo Dom Bosco, na edição n° 24, julho a setembro de 2009, página 4, gostaria de esclarecer que não foram minhas as palavras publicadas na matéria intitulada “Grupo COC mostra as garras no ensino médio”. Fique bem claro que o texto foi desenvolvido a partir de “rumores que circulavam no ambiente escolar” – palavras do próprio informativo do SINPES – sem meu conhecimento e consentimento. Não faço parte do referido sindicato e nada tenho a confirmar em relação aos motivos de minha demissão. Trabalhei muitos anos no Curso e Colégio Dom Bosco e não gostaria de ter, agora, referidas a mim as palavras escritas no informe. Agradeço os elogios a mim tecidos, mas não diminuem o espanto que senti ao servir de exemplo para as atitudes questionáveis de qualquer grupo educacional, novo ou não em nossa realidade curitibana.
rofª Glaucia Lopes.
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Esclarecimentos do Didata
A atividade jornalística não necessita de consentimento e/ou autorização das pessoas citadas para veiculação de notícias de interesse público. Uma vez apurada a sua procedência e veracidade por meio da técnica profissional, com fontes idôneas, legítimas e confiáveis, o fato pode ser tornado público. Se assim não fosse, restaria inviabilizada a imprensa livre, uma das pilastras do regime democrático. O fato em questão é procedente e verídico, conforme atesta a própria professora Glaucia Viviane Cansian Pinto Ferreira Lopes, que em momento algum o desmente. Tampouco o Didata atribuiu a ela a origem da denúncia. O conteúdo do texto lhe foi elogioso e enalteceu suas qualidades profissionais, afirmando categoricamente que a mesma “sempre foi avaliada de forma excelente pelos alunos” e “era um verdadeiro ícone da equipe de professores da instituição”, além de repudiar a demissão dela, colocando-se em sua defesa. Ela própria agradece os elogios a ela tecidos. A divulgação é prerrogativa do Sinpes, ao qual interessa expor a conduta do empregador - já que a mesma instituição é mantenedora de cursos superiores - por caracterizar-se como denúncia de ato injusto cometido contra a ilustre professora, a qual prossegue desfrutando de nosso inteiro respeito e consideração. |
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